A velejadora brasileira Tamara Klink, de 28 anos, compartilhou nas redes sociais um episódio de tensão vivido no Ártico. Sozinha em seu veleiro, ela foi surpreendida pela visita inesperada de um urso-polar, que chegou a subir a bordo na madrugada de 21 de agosto.
O alerta veio pelo rádio, quando outros navegadores próximos avisaram da aproximação do animal. Ao verificar, Tamara percebeu que o urso já estava em uma plataforma de acesso ao barco — espaço que costuma facilitar sua rotina, mas que também se mostrou prático para o animal.
Diante do susto, a velejadora avaliou diferentes alternativas: tentar espantá-lo com barulho, registrar o momento com fotos ou até recorrer à arma que carrega a bordo em situações extremas. Nenhuma parecia adequada — afinal, além do risco, ela não queria ferir o animal.
A solução veio com o conselho da tripulação de barcos vizinhos: ligar o motor. O barulho foi suficiente para que o urso se afastasse e seguisse em direção a outra embarcação.
No fim, o único “estrago” foram alguns arranhões deixados pelas garras nas boias de segurança. E mais uma história para a navegadora contar, é claro.
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