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Senado instala Frente Parlamentar da Economia do Mar e fortalece setor náutico

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Senado Federal instala Frente Parlamentar da Economia do Mar para fortalecer o setor náutico, infraestrutura portuária e economia azul, destacando o potencial estratégico da Amazônia Azul.

Nova iniciativa política busca desenvolver infraestrutura portuária, turismo náutico e economia azul no Brasil

Senado instala Frente Parlamentar da Economia do Mar e fortalece setor náutico

O Senado Federal instalou, nesta quarta-feira (8), a Frente Parlamentar da Economia do Mar, com a presidência do senador Esperidião Amin (PP-SC) e a participação de 29 senadores. O objetivo do grupo é debater políticas públicas voltadas ao setor náutico, transporte marítimo, pesca, turismo e à sustentabilidade dos oceanos, além de fortalecer a infraestrutura portuária e aquaviária do país.

Instituída pela Resolução 15/2025, a frente é formada por 54 titulares, incluindo senadores e deputados federais, e deve se tornar uma Frente Mista em breve, com adesão de parlamentares da Câmara. O senador Amin destacou que o território marítimo brasileiro apresenta um potencial econômico ainda pouco explorado, com uma costa de mais de 7,4 mil km e vastas áreas de jurisdição nacional, conhecidas como Amazônia Azul.

Estudos apontam que a economia do mar responde por 7% do PIB e 5% dos empregos formais, movimentando cerca de R$ 2 trilhões por ano, entre atividades como pesca, transporte marítimo, exploração de petróleo e gás e turismo. Para o setor náutico, em especial, a frente representa um marco, reconhecendo sua importância econômica e social, pois gera milhares de empregos diretos e indiretos e integra toda a cadeia econômica do turismo, da hotelaria à gastronomia.

Representando a Marinha do Brasil, o almirante de esquadra Arthur Bettega ressaltou que a economia do mar é estratégica para o desenvolvimento do país, afirmando que o futuro do Brasil “está no mar ou dele depende”. Líderes do setor e autoridades destacaram ainda que a frente cria um canal de interlocução entre o Congresso e a sociedade civil organizada, facilitando o alinhamento de políticas públicas às demandas reais do setor.
 

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