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Tomás Knebelkamp: do vôlei ao jet

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Conheça a história de Tomás Knebelkamp! Ele foi jogador profissional de vôlei na Alemanha e se redescobriu no segmento náutico com o jet. Com uma trajetória de superação constante, ele compartilhou grandes momentos da sua vida até o retorno ao Brasil

*Matéria veiculada na revista A Arte de Navegar. 

Uma entrevista descontraída com quem encontrou um caminho no turismo náutico.

Tomás Knebelkamp: do vôlei ao jet

Foto: Acervo pessoal 

Resiliência. Com essa palavra é possível descrever a trajetória de Tomás Knebelkamp. Desde criança com uma conexão muito forte com o esporte, ele já foi jogador profissional de voleibol na Alemanha por muitos anos e se redescobriu no segmento náutico. Nascido no Paraná, ele retornou ainda pequeno ao Rio Grande do Sul, de onde era sua família. Com uma trajetória de superação constante, ele compartilhou grandes momentos da sua vida até o retorno ao Brasil e o início de fato no segmento de jets e do turismo.

Tomás Knebelkamp: do vôlei ao jet

Foto: Acervo pessoal 

Como surgiu essa paixão pelo universo náutico?

Surgiu com o meu pai. A cidade que morei na minha infância fazia divisa com a Argentina e tinha o rio Uruguai. Foram muitos dias e noites pescando ao lado do meu pai. Até hoje lembro de todos os peixes de água doce e me recordo com muito carinho desse período. Posso dizer que meu interesse pela náutica começou ali.

Tomás Knebelkamp: do vôlei ao jet

Foto: Acervo pessoal 

Qual é a sua trajetória no voleibol?

Eu sempre gostei muito do esporte e me destacava na minha região. Aos 12 anos tive a oportunidade de jogar na Alemanha, onde também finalizei o colégio. Fui campeão alemão de vôlei de praia e por conta disso conquistei uma vaga em um internato formador de atletas olímpicos em Berlim, local que estudei por dois anos. Até hoje assisto as olímpiadas e vejo pessoas com quem estudei. Depois aconteceu uma sucessão de coisas, tive um problema de saúde em um momento que já estava parando de jogar. Logo vieram outras oportunidades e precisei me reinventar, mas sempre gostei do turismo e também da náutica.

Tomás Knebelkamp: do vôlei ao jet

Foto: Acervo pessoal 

Como foi o surgimento do Jet Tours e da agência de turismo? Quais foram as circunstâncias?

Eu sempre fui uma pessoa que gostava de novas culturas, de viajar. E a vida de atleta dura até certo período, depois precisa se preparar para fazer outra coisa. Meu pai foi pastor por muito tempo e depois investiu no segmento de turismo. Ele trazia alemães para conhecer o Brasil e decidi fazer o contrário – levar brasileiros para conhecer a Europa. O negócio foi crescendo e eu já estava parando de jogar mesmo. Foi então que decidi abrir uma empresa de turismo: a TAK Turismo. Estamos há mais de 10 anos no mercado reinventando o setor e está localizada em Joinville, Santa Catarina. Na época meu pai quis comprar um barco e essa ligação foi crescendo cada vez mais. Já a minha história com Jet, desde pequeno eu sempre gostei muito, mas na época só tinha quem possuía um poder aquisitivo mais alto. Depois de um tempo com a TAK, eu comprei meu primeiro jet e a Baía da Babitonga se tornou meu passeio de final de semana. Quando a pandemia começou e as viagens foram canceladas, foi o momento que surgiu um segmento da agência chamado Jet Tours para fãs e amantes de jets. Ela oferece passeios por todo o Brasil e também para o exterior. Também ofereço roteiros personalizados, temos um canal no Youtube e acima de tudo mantemos um estilo de vida. Amo o que eu faço e amo o turismo náutico.

Tomás Knebelkamp: do vôlei ao jet

Foto: Acervo pessoal 

 

Qual é o foco da Jet Tours?

É propagar a paixão por jet e incentivar às pessoas a explorarem novos lugares e se superarem diariamente com novos desafios e aventuras – tudo com segurança e responsabilidade.

 

Você realiza treinamentos de jet? Poderia contar um pouco sobre isso, por favor?

Nós, em parceria com a Ilha Mar Escola Náutica, temos treinamento de pilotagem, cursos avançados. Porém, isso apenas com parceria – quem realiza esses treinamentos é a escola mesmo. Nós ajudamos a fomentar isso, porque também buscamos contribuir para uma navegação cada vez mais segura.

 

O que você mais gosta de fazer no tempo livre?

Eu amo estar na água e amo navegar. Eu sempre fui um amante de esportes, mas hoje devido a um problema de saúde que eu tive não posso mais praticar esportes de impacto.

Tomás Knebelkamp: do vôlei ao jet

Foto: Acervo pessoal 

Qual o jet dos seus sonhos?

Fico muito feliz porque já tenho ele. Tenho um Sea Doo GTX Limited 300 HP 2022, que hoje é um dos mais caros do mundo e também com toda a tecnologia que se imagina. Então hoje eu consegui realizar esse meu sonho.

 

Quais lugares você já esteve de jet?

Em muitos lugares, como somos uma agência operadora de turismo – a Jet Tours – voltada para fãs e amantes de jets, oferecemos passeios de todos os tipos e de até vários dias por todo o Brasil e pelo mundo. Já navegamos em diversos lugares, de Angra dos Reis (RJ), Paraty (RJ), Capitólio (MG), todo o litoral paranaense, catarinense e paulista como Ilhabela, Guarujá e muito mais. Muitas represas e rios também, subimos o rio Itajaí até Blumenau, Baia de Paranaguá. Enfim, navegamos por muitos lugares legais e fora do Brasil também como Dubai, por exemplo.

 

Gostaria de deixar algum recado para os apaixonados por jets?

Usufrua o máximo de seu equipamento. Não ligue para as horas do seu equipamento e sim para o prazer que ele vai trazer para você. Explorem lugares novos, porque o jet é feito para isso mesmo. Uma embarcação pequena que não chegamos com embarcações maiores. Andem, naveguem e aproveitem. Isso que posso falar para todos os amantes de jets.

 

Instagram: jettours_tak

 

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